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~ Filosofia da ciência de dados e do machine learning ~
░░░░▒▒▒▓▓▓█ hipótese ainda não refutada!
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★ NOVO!  |  Filosofia da ciência de dados  |  Causalidade, justiça algorítmica e LLMs  |  Bayes vs. frequentistas  |  Atualizado em 2026! ★

● Hume, Correlação e Causalidade: O Que Seu Modelo Realmente Sabe?

Hume e a causalidade nos modelos estatísticos.

Hume mostrou que nunca observamos a causalidade, apenas sucessões regulares de eventos. Séculos depois, cientistas de dados ainda tropeçam no mesmo problema: um modelo pode prever com precisão sem jamais saber o que causa o quê. Não acredita? Rode a simulação:

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● O Véu da Ignorância de Rawls e a Justiça Algorítmica

Rawls e a justiça distributiva em classificadores.

Se você não soubesse em qual grupo da população estará, que critério de justiça aceitaria para um classificador? O experimento mental de Rawls é um jeito prático de auditar viés em modelos de crédito, contratação e policiamento preditivo. Veja um diagnóstico (fictício) de aprovação de crédito:

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● Popper, Falseabilidade e o Pecado do Overfitting

Falseabilidade popperiana contra modelos superajustados.

Para Popper, uma teoria científica vale por poder ser refutada. Um modelo com overfitting explica tudo o que viu e nada do que virá: uma hipótese ad hoc disfarçada de matriz de pesos. O sintoma clássico:

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● A Sala Chinesa de Searle e os Grandes Modelos de Linguagem

Manipulação de símbolos versus compreensão real.

No experimento da Sala Chinesa, seguir regras sobre símbolos não bastaria para compreender nada: if entrada == "你好": return "你好吗". Um LLM que completa textos com fluência está na mesma situação, ou o argumento envelheceu mal?

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